sexta-feira, 20 de junho de 2014

Não leve a vida tão a sério!

Fobias, estresse, preocupações, correria e coisas que levam as nossas vidas ao caos. Caos que faz com que uma briga de transito vire um assassinato, caos que faz com que o fim de um relacionamento torne-se um suicídio.

“Esses são alguns exemplos da vida que levamos”.

Com tantas coisas ruins não conseguimos ver o lado cômico de tudo, não estou dizendo que você tem que ser amiguinho do novo namorado (a) da sua/seu ex (porque isso só vai mostrar que você tem coração de galinha) e nem vai matar alguém só porque bateu no seu carro (isso só provará que você é o mais idiota do mundo).

Acho que deveríamos levar a vida com um pouco mais de humor, porque até o caos tem o seu lado engraçado, aliás, a vida não teria a menor graça sem as preocupações e frustrações do nosso dia a dia.
As pessoas vêm se prendendo e se guardando por algo que não existe, gerando assim o estresse, mas elas não sabem que isso só gera a morte (já que é provado que o estresse é o maior causador de doenças na humanidade).

Lógico que vida colorida não existe (com exceção do restart) e se existisse seriamos um bando de retardados felizes, sorrindo uns para os outros chamando todos de família, mas seja mais cômico, mais humorado e enfrente suas fobias. Pois como já disse um louco sábio:

“NÃO LEVE A VIDA TÃO A SÉRIO, AFINAL VOCÊ NÃO VAI SAIR VIVO DELA MESMO!!!”

sexta-feira, 9 de maio de 2014

A nossa liberdade?

Apenas um discurso...

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!

Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!

Mas, afinal, o que se vê?

Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.

Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.

Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.

Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.

Mas, afinal, onde é que nós vivemos?

Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!

Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!

Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!

Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?

Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?

Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?

E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?

Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?